A quase um ano atrás eu estava com uma amiga e ela me disse: faça uma caixinha.. como um baú de palavras guarde dentro palavras fragmentos sobre você.. eu achei a idéia interessante mas não coloquei em prática.
A meses atrás um amigo me devolveu um diário escrito em códigos com relatos e passagens de minha adolescência.. foi uma experiencia interessante olhar pra trás e como se olhando numa fresta, relembrar como era lá, oque mudou e oque permaneceu.
Nesses tempos vivi experiencias e vivencias interessantíssimas e gostaria de telas escrito em um diário mas não achei nenhum que eu quisesse .
Nos últimos meses na Religare tenho me sentido uma tanto muito "só", afinal eu fico basicamente trancada sozinha das 8 às 18:30 onde só tenho contato "humano" a não ser por alguns segundos com a mulher do restaurante quando a Dra. pede quentinha, ou quando vou ao mercado, ou quando a faxineira vem aqui (isso me salva).
Claro que tem umas raríssimas vezes a que eu vou visitar alguém e temos uma conversa não raro superficial, mas tenho sentido saudades de encontrar alguns amigos importantes.. daqueles de filosofar e abesteirar ao mesmo tempo, daqueles fundos ou profundos.. daqueles com quem você divide suas reflexões e experiencias sem ficar se medindo e sem se importar com oque ele vai achar.
Então, eu que já não gosto de falar estou com uma carreta de experiencias, sensações, pensamentos, sentimentos, frustrações e etc.. estocado quase a ponto de explodir.. Logo vou guardar alguns fragmentos neste baú e depois daqui a alguns tempos quando eu olhar pra trás vou ver no que deu.
Por que um baú é isso guardar pra recordar.
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